A verificar acesso…
Leitura para decisão de investimento. Os números marcados como estimativa resultam de premissas de negócio, mostradas ao fundo — os restantes são contados no sistema.
Vale o que custa? Onde está a margem de crescimento?
Dos chamados que a TI recebeu no período, quantos passaram pelo assistente.
Quem usa, quem voltou e quem experimentou uma vez só.
Mesma janela, período imediatamente antes.
Onde agir para o número estratégico subir.
Etapas até abrir o chamado — cada queda é uma pessoa que desistiu.
Perguntas frequentes sem procedimento na base. Cada artigo criado aqui passa a resolver sozinho.
Assuntos mais pedidos — mostra que áreas beneficiariam mais de investimento.
Os valores em reais dependem destes parâmetros. Estão deliberadamente conservadores — mudá-los muda todos os números acima.
Quem é servido por este assistente e onde é que ele lhes falhou. Não são lidas conversas — só sinais e contagens.
Se meia dúzia de pessoas gera a maior parte do uso, o serviço tem meia dúzia de clientes — não uma empresa.
Quem veio uma vez por causa de um incidente, e quem usa mesmo com regularidade.
Pontos concretos a corrigir — no serviço, não nas pessoas.
Esta lista não avalia pessoas. Cada linha é um ponto onde o serviço exigiu esforço a mais de alguém — normalmente porque faltava um procedimento na base ou o assistente não percebeu o pedido à primeira.
Erros nossos, não dificuldade da pessoa — por isso vivem separados do quadro acima.
Quem ficou sem acompanhamento depois de pedir ajuda.
O mesmo artigo, desfechos opostos — candidato a reescrita, não a arquivo.
Quem confirmou que ficou resolvido, quem abriu chamado, quem saiu sem se saber.
Quantas mensagens e quanto tempo até o pedido ter desfecho.
A mesma pessoa a reabrir o mesmo assunto é uma causa por resolver.
Onde estão as pessoas que usam o assistente.
Hora local. Procura fora de horas é sinal de pressão de trabalho — não de indisciplina.
Por ordem alfabética, com o uso em banda — de propósito, para não ser um ranking.
O que os assistentes entregaram: resoluções, chamados e uso no período.
Quantas vezes alguém falou com um assistente em cada dia.
Quantas pessoas avançam em cada etapa — e onde desistem.
Parte das mensagens de cada assistente (GenTI, Gente, RH, Comercial).
Categorias escolhidas ao abrir chamado de TI.
Indicador principal de cada assistente no período.
Qualidade das respostas e lacunas na base de conhecimento da TI.
O que as pessoas perguntaram e não encontraram na base — candidatos a novos artigos.
Quão confiante o sistema estava ao sugerir artigos da base de conhecimento.
Procedimentos da base que mais apareceram nas conversas.
Velocidade, falhas e horários de pico — saúde técnica dos assistentes.
Comparação entre respostas automáticas e com inteligência artificial.
De onde vieram os erros (integrações, IA, etc.).
Dias da semana e horas com mais mensagens — útil para planeamento.
Mais escuro = mais mensagens naquela hora.
Erros recentes para investigação pela equipa técnica.
Nota automática do desempenho dos assistentes e pontos de melhoria — calculada a partir das métricas reais, sem leitura de conversas.
Métricas que alimentam a nota — quanto maior, melhor (salvo indicação).
Problemas detectados automaticamente que merecem acção da equipa.
Resumos automáticos gerados todas as noites.